Sunday, February 25, 2007

Há um grande coração saliente neste postal. Consegue-se vê-lo olhando fixamente para a imagem com abstração das figuras desenhadas.
Pois, so para dizer que é isso que acho que falta no nosso dia-a-dia: Mais amor. Amor próprio e aos demais. Se nos tratassemos com mais cuidado não seríamos porventura, mais felizes!?
Tudo tem uma medida certa, acho que a medida do "coração" anda deturpada, enscondida em comércio de rosas e corações decorativos.
Abreijo
Labels: Uma mensagem de amor
Saturday, February 24, 2007
Sunday, February 11, 2007

E que tal algum investimento na cultura da opinião formada com contexto, capacidade produtiva de ideias?
Podiamos fazer uma legalização...perdão, LIBERALIZAÇÃO do aborto desta cultura hipócrita que gera inopinativos, coisa boa à desreflexão social e, desde logo, muito amiguinha do poder, ainda que democrático. Não existe, grosso modo, democracia sem que seja exercida por todos, em grupo e individualmente, capacitados para tal, tal coisa não se consegue meramente com intervenção divina... nem todos nascemos iluminados de opiniões e interrogamos o mundo tal como se nos apresenta. Instruír ( sem desinstruír)é essencial.
Podiamos fazer uma legalização...perdão, LIBERALIZAÇÃO do aborto desta cultura hipócrita que gera inopinativos, coisa boa à desreflexão social e, desde logo, muito amiguinha do poder, ainda que democrático. Não existe, grosso modo, democracia sem que seja exercida por todos, em grupo e individualmente, capacitados para tal, tal coisa não se consegue meramente com intervenção divina... nem todos nascemos iluminados de opiniões e interrogamos o mundo tal como se nos apresenta. Instruír ( sem desinstruír)é essencial.
Tuesday, February 06, 2007

Descosturas pretende tão-só ser nada, nada também é alguma coisa. As pessoas temem tanto serem o nada como a areia que se mistura no cimento e ainda assim... é uma partícula que participa na construção de tantas coisas. Sozinhos somos crivo individual, em grupo crivamos uma cultura que ora pode ser ingénuamente hipócrita ou então, individualmente, nos grupos de cabeças de certezas que todos achamos ter, podemos ser mais qualquer coisa que agentes passivos e não sermos activos na destruição, tão fácil, de tudo o que se mexe.
Pretendo portanto... não ser nada mas ser tudo o que me permitir, porque não sendo nada sou tudo, posso ser o que quiser sem a obrigação de não poder ser. Mesmo que as limitações da compreensão humana sejam uma míriade.
Os melhores cumprimentos, diz-se!
